Luiz-Ottavio Faria é Father TruLove na ópera The Rake’s Progress de Igor Stravinsky.

Luiz-Ottavio Faria Crédito da foto: Michael Dantas

Depois de cantar na França e na Espanha, o baixo brasileiro Luiz-Ottavio Faria, radicado nos Estados Unidos, chega ao Brasil para interpretar Father TruLove na ópera The Rake’s Progress (1951) de Igor Stravinsky,no Theatro Municipal de São Paulo. A estreia acontece no dia 11 de novembro, quinta-feira, às 19h. Luiz-Ottavio Faria já interpretou esse personagem várias vezes nos Estados Unidos. “A sensação de voltar a cantar The Rake’s Progress é puro excitamento, provocando toneladas de emoções. Essa ópera é uma verdadeira obra-prima. Não tem um momento musical que deixe o público entediado”, conta Luiz-Ottavio.

Ópera Rigoletto – Foto de Heloisa Ballarin

O convite veio da direção artística do Theatro Municipal de São Paulo, por indicação da diretora de cena Juliana Santos e principalmente pelo maestro Roberto Minczuk, com quem já colaborou em várias produções. “Eu canto neste templo da cultura, não só de São Paulo, mas de toda a América Latina, desde 25 de julho de 1989, onde fiz o meu debuto. Devo muito ao teatro, tenho uma profunda admiração pelo espaço e também pela cidade de São Paulo”, destaca.

 “Muitos baixos sonham cantar a ópera Boris Godunov, mas sempre gostei de interpretar os diabos nas óperas A Danação de Fausto, Demônio, Fausto, O Franco Atirador, Roberto O Diabo, Mefistofele e também Nick em The Rake’s Progress. Sempre gostei de personagens que me desafiassem”, completa.

Luiz-Ottavio Faria no ensaio da ópera La Wally em forma de concerto – Crédito da foto: Bruno Frango

Mesmo durante a pandemia o baixo brasileiro não parou de cantar. Esteve em New Haven em um recital com o internacionalmente reconhecido tenor porto-riquenho Carlos Seise. No começo do ano, em Portugal, interpretou Stromminger da ópera La Wally de Alfredo Catalani no Teatro São Carlos de Lisboa, com direção musical de António Pirolli.

Na França, Luiz-Ottavio Faria interpretou Sparafucile da ópera Rigoletto com a Orquestra Nacional Montpellier Occitanie, com direção musical de Roderick Cox. Na Espanha, em setembro, esteve em A Coruña, Galícia, como Giorgio Valton na obra I Puritani de Vincenzo Bellini em forma de concerto. “Voltar a Europa e fazer o que eu amo, foi um grande prazer e até necessário. Nesses países a população é bem menor que a do Brasil, com todos vacinados, foi tudo quase que normal e sem distanciamentos, mas sempre checando a temperatura dos artistas e o uso de máscaras”, conta.

Para a agenda de 2022 irá a Detroit, como solista da Sinfonia nº 9 in Ré Menor de Ludwig van Beethoven, sob regência de Jader Bignamini. Em março estará na Finlândia, no concerto da Missa Solemnis Opus 123, de Beethoven, com a Orquestra Sinfônica de Lahti, sob regência de Hannu Lintu. E na Itália, estará no elenco da ópera Rise and Fall of the City of Mahagonny de Kurt Weill, no Teatro Regio di Parma.

Concerto no Teatro Amazonas

O baixo brasileiro Luiz-Ottavio Faria, natural de Bonsucesso, no Rio de Janeiro, estudou canto com professores consagrados no mundo lírico, tais como Fernando Teixeira, Nilze Mirian Vianna, Simon Estes e Benjamin Mathews.  

Formado pela prestigiada The Juilliard School of Music, de Nova Iorque, também foi aluno da Escola de Música Villa-Lobos, do Conservatório Brasileiro de Música e da UNIRIO do Rio de Janeiro, além de frequentar o American Institute of Music Studies, AIMS, na Áustria.

A estreia mundial de Luiz-Ottavio Faria se deu na ópera Un Ballo in Maschera, de Giuseppe Verdi, no papel de Tommaso, ao lado do legendário tenor Carlo Bergonzi e do grande barítono brasileiro Fernando Teixeira, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com temporada estendida para o Theatro Municipal de São Paulo. Mais tarde, interpretou Commendatore (Don Giovanni), Ramfis (Aida), Sparafucile (Rigoletto), Sarastro (A Flauta Mágica), Colline (La Boheme), Banquo (Macbeth), Oroveso (Norma) Zaccaria (Nabucco) e Timur (Turandot).

Em 2018, foi Jacopo Fiesco, da ópera Simon Boccanera de Verdi, no Teatro Comunale di Bologna, na Itália. E em maio de 2018, foi Zaccaria na ópera Nabucco de Verdi, no Teatro Montpellier, na França.

Em janeiro de 2019, foi Timur, em Turandot de Giacomo Puccini na Ópera de Toulon, na França.

Em abril de 2019, esteve no XXII Festival Amazonas de Ópera, interpretando Don Ruy Gomes na versão em forma de concerto da ópera Ernani de Verdi, no Teatro Amazonas, sob regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.

Em julho de 2019, interpretou Sparafucile, na ópera Rigoletto de Verdi, sob a regência de Roberto Minczuk e a direção cênica de Jorge Takla, no Theatro Municipal em São Paulo. Essa montagem foi realizada em outubro, no Teatro Solis de Montevideo, no Uruguai, sob regência do maestro uruguaio Martin Jorge.

Em setembro de 2019, cantou na ópera Don Carlo, no Teatro Cólon, em A Coruña, na Espanha,como consagrado baixo italiano Ferruccio Furlanetto.

Em janeiro de 2020 esteve em Muscat, para interpretar mais uma vez Sarastro, personagem da ópera A Flauta Mágica de Wolfgang Amadeus Mozart. A direção musical e regência foi do suíço Diego Fasolis e a direção cênica, do italiano Davide Livermore. A apresentação foi com o grupo de câmara italiano I Barocchisti no Royal Opera House Muscat, no Sultanato de Omã, na Península Arábica.

Site: https://luizottaviofaria.com/

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Sócia-diretora da Bemelmans Comunicações, empresa de assessoria de imprensa. É formada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero de São Paulo. Fez Curso de Assessoria de Imprensa para empresas em momentos de crise.
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