De 8 a 12 de dezembro acontece o projeto Conhecimento Vivo, idealização e realização da Alice Carta Promoções, com o patrocínio da Vale. A série é voltada principalmente para as pessoas que estão no processo ou finalizaram uma etapa profissional e desejam encontrar inspirações, novos caminhos, incentivos, ideias e interesses por temas diferentes na cultura. A gama de atrações culturais será diversificada no Conhecimento Vivo para ampliar as possibilidades daqueles que buscam as artes como uma nova opção para preencher o tempo livre, comenta Alice Carta. Apoio SESC SP. Todos os eventos acontecerão nos Teatro JDA, Centro de Cultura Judaica, MuBE e SESCs Ipiranga, Pompéia, Vila Mariana e Santana. Grátis! Serão 26 apresentações de 7 núcleos culturais seguidos de debates: Artes Visuais, Cinema, Teatro, Dança, Literatura, Circo e Música. Os curadores são: Ismael Guimarães de Oliveira (Cinema e Artes Visuais), Zélio Alves Pinto (Literatura e Teatro), Paulo Abrão Ésper (Música), Dança e Circo. Os temas são: Literatura- O Autor e seus Mundos, Teatro- O Ator e seus Personagens, Música- A música e suas expressões, Artes plásticas- O Pintor e seus Cenários, Circo- Clássicos do Circo, Dança- A Dança e seus Movimentos, Cinema- O Diretor e suas Histórias. Os participantes são: Literatura: Flora Figueiredo,
Ignácio de Loyola Brandão, Marcelo Rubens Paiva e
Ricardo Viveiros As principais atividades serão documentadas em vídeo para edição de um DVD de 30 minutos com 3.000 cópias que serão distribuídos para bibliotecas e associações. Agenda: Dia 8 de dezembro, terça-feira Às 10h00, Cinema:
no MuBe, Ginger e Fred (Itália, França e
Alemanha, 1986), diretor Frederico Fellini
Às 17h00, Literatura: No MuBE, Ignácio de Loyola Brandão. O debate será com Alex Periscinoto.
Dia 9 de dezembro, quarta-feira, Às 10h00, Cinema: no MuBe, Morangos Silvestres (Smultronstället, Suécia, 1957), diretor Ingmar Bergman Sinopse: Morangos Silvestres é uma das obras máximas do mestre Ingmar Bergman, sempre nas listas dos melhores da história do cinema. No caminho da Universidade de Lund em Stokolmo, onde receberá um prêmio pelos 50 anos de carreira, o professor de medicina Isak Borg (interpretado pelo cineasta Victor Sjöstrom) relembra os principais momentos de sua vida, temendo a morte que se aproxima.
Às 17h00, Literatura: no auditório do SESC Vila Mariana, Flora Figueiredo. Debate será com Zélio Alves Pinto. Às 17h30, Artes Plásticas: no SESC Ipiranga, debate com os artistas Ivald Granato e Antonio Peticov. Mediador: Ismael Guimarães de Oliveira. Dia 10 de dezembro, quinta-feira, Às 10h00, Cinema:
no MuBe, Chuvas de Verão (Brasil,
1978), direção, Cacá Diegues Às 15h00, Dança:
no SESC Consolação, De. Gelo com a companhia
Maurício de Oliveira & Siameses. Às 16h00, Circo: no
teatro do SESC Ipiranga, Parlapatões com o
espetáculo Clássicos do Circo. Após o espetáculo,
Hugo Possolo e Raul Barretto Filho conversam
com o público. Às 17h00, Literatura: no auditório do SESC Vila Mariana, Marcelo Rubens Paiva. No debate haverá a participação de Roberto Dualibi. Às 17h30, Artes Plásticas: no SESC Ipiranga, Debate com os artistas José Roberto Leonel Barreto e Zélio Alves Pinto. Mediador: Ismael Guimarães de Oliveira
Dia 11 de dezembro, sexta-feira, Às 10h00, Cinema: No MuBe, Umberto D (Itália, 1952), direção Vittorio De Sica Sinopse: Obra-prima indiscutível do mestre De Sica e de seu parceiro e roteirista Zavattini, a dupla responsável pelo engrandecimento do neo-realismo italiano, com os filmes: Ladrões de Bicicleta, Milagre em Milão e Vítimas da Tormenta. Estamos na Itália, década de 50. Enquanto a economia do país tenta crescer, os idosos sofrem com as miseráveis pensões dadas pelo governo. Em Roma, Umberto Domenico Ferrari, um funcionário público aposentado, é despejado por não pagar o aluguel de seu minúsculo quarto. Às 15h00, Dança:
no Teatro SESC Anchieta - SESC Consolação, A Donzela
Guerreira da Cia. Mundu Rodá de Pesquisa
Artística Às 16h00, Teatro:
no teatro do SESC Ipiranga, Leitura de peças com
a atriz Beatriz Segall. O debate será com
Pedro Paulo Senna Madureira.
Às 16h00, Teatro: no MuBE - Leitura de peças com Miriam Mehler. No debate, Vania Toledo. Às 17h00, Literatura: no auditório do SESC Vila Mariana, Ricardo Viveiros. O debate será com Zélio Alves Pinto.
Currículos em ordem alfabética e mais abaixo os artistas da exposição: A Orquestra de
Câmara Engenho Barroco é formada por
integrantes das principais orquestras profissionais de
São Paulo, a Orquestra de Câmara Engenho Barroco tem
como proposta de trabalho a interpretação das obras do
período barroco e clássico, e como meta, a execução
deste repertório da maneira mais próxima possível do
original. A finalidade precípua da utilização, pela
orquestra, de instrumentos modernos e arcos de
épocaé unir as possibilidades destes
instrumentos com a enorme gama de criação sonora que a
interpretação de época nos permite. A filosofia
musical do Barroco e o instrumental moderno, aliados a
uma boa dose de sensibilidade artística são, com bom
gosto, destilados no Engenho Barroco para
criar uma interpretação viva e inteligente. Em 1999 a
Orquestra de Câmara Engenho Barroco gravou, pelo selo
Som Puro, um CD com obras de Corelli, Bach, Geminiani e
Telemann, em 2001, 2002 e 2003 lançou como parte do
projeto de lei de incentivo a cultura, patrocinado pela
Petrobrás Acervo da Música Brasileira
Rerstauração e Difusão de Partituras três CDs
de compositores brasileiros, sendo o primeiro e o
terceiro com missas e ladainhas do século XVIII, junto a
integrantes do Coral do Estado de São Paulo e a
maestrina Naomi Munakata e o segundo com obras de Natal
dos séculos XVIII e XIX com o coro Brasilessentia e o
maestro Vitor Gabriel. Em 2006 a orquestra realizou seu
primeiro concerto na Europa, estreando em Berlim,
Alemanha, com grande sucesso de crítica e público. Ignácio de Loyola Brandão é jornalista, contista e romancista brasileiro. Desde pequeno, sonhava conquistar o mundo com sua literatura. Começou sua carreira literária em 1965, com o lançamento do livro de contos Depois do Sol, e hoje é autor de mais de trinta livros. Já foi traduzido para várias línguas, entre elas o húngaro, o alemão e o coreano, e já teve livros e contos adaptados para o cinema e para o teatro. Também já conquistou vários prêmios literários com sua obra, entre eles o Prêmio Pedro Nava (da Academia Brasileira de Letras), o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Prêmio Jabuti. É mebro da Academia Paulista de Letras. Karin Rodrigues começou sua carreira no teatro. Estreou em novelas em 1965, atuando em cerca de quinze produções. Seu primeiro trabalho no cinema foi em 1962 numa co-produção França/Itália/Brasil, em Copacabana Palace, de Steno. Nos anos 60 são foi dirigida por Milton Amaral, Fernando Campos e Antunes. Em 1978, Karin Rodrigues foi escalada por Walter Hugo Khouri para o elenco de Filhas do Fogo. O mais recente trabalho da atriz nas telas é Felicidade É..., filme em episódios de A.S. Cecílio Neto, Jorge Furtado, José Pedro Goulart e José Roberto Torero. No teatro, fez várias peças e, a partir da década de 1980, foi presença constante nos espetáculos com Paulo Autran. Com ele fez "Pato com Laranja", "Dr. Knock", "O Homem Elefante", "Rei Lear", "Traição", "Feliz Páscoa", "O Céu Tem que Esperar" e "Vestir o Pai", entre outras. Na TV, fez novelas importantes como "Anjo Marcado", "A Rainha Louca", "A Gata de Vison", "A Grande Mentira", "Super Plá", "Nossa Filha Gabriela", "Camomila e Bem-Me-Quer", "Os Inocentes", "Roda de Fogo", "Memórias de Amor" e "Sabor de Mel". Em 2006, esteve em cartaz na peça "O Avarento", ao lado de Paulo Autran. Em 2008, atuou na peça Mãe é Karma em turnê nacional, escrito e dirigido por Elias Andreato. Marta Góes - Desde que
estreou no palco do Espaço Off, uma instituição do
underground paulista nos anos 80, com a comédia Prepare
seus pés para o verão, Marta Góes manteve algumas
fidelidades. O fascínio pela comédia do cotidiano,
enxergada, de preferência, no mundo do trabalho e
visível na peça de estréia, está em A moça que falou
assim. Na inédita Miss Cýclone, como fez em Um porto
para Elizabeth Bishop, ela trata de uma personagem real.
Mas, ao contrário da poeta americana, que luta para
superar seus terrores íntimos, Cýclone, usa da
garçonière de Oswald de Andrade na segunda década do
século XX, luta contra um inimigo externo: as amarras de
uma sociedade tacanha. Em A reserva, Marta volta ao
universo das pessoas comuns. Não mais para buscar-lhes a
caricatura, mas para apontar as grandes escolhas
embutidas nas situações prosaicas. Por alguma razão,
todas as suas protagonistas, até agora, são mulheres. A Cia. Maurício de Oliveira e Siameses nasceu da procura por uma linguagem ímpar, sofisticada, objetivando o absoluto entendimento do funcionamento do aparato físico/mental do artista, de forma a provocar no espectador, uma reverberação imediata, fazendo-o repensar a sua própria estrutura, bem como a interação e a ressonância de seus atos no meio em que vive. O trabalho da Cia. baseia-se em fundir informações provenientes do estudo da Yoga clássica (Iyengar), do balé clássico e de outras técnicas corporais que favoreçam a apreensão dos mecanismos de funcionamento da estrutura de integração corpo e mente do artista (performer). O desenvolvimento do hábito do pensar filosófico fez com que a reflexão fosse parte integrante e fundamental dos processos criativos. Os trabalhos diários de preparação corporal desenvolvidos pela Cia. ampliam as possibilidades de entrar em contato com outras referências de movimentos, permitindo ao artista abarcar mais informações no seu sistema corpo/mente com o objetivo de torná-lo mais hábil e com mais qualidades sensíveis, cinéticas e expressivas, instrumentalizando de maneira qualitativa seu corpo e a Dança. Prêmios e Projetos Diretor, coreógrafo e bailarino da Maurício de Oliveira e Siameses, regressou ao Brasil em 2004, depois de morar por onze anos na Alemanha e na Holanda onde realizou importantes trabalhos como coreógrafo e bailarino. Mauricio foi destaque na The Forsythe Company dirigido por William Forsythe, considerada pela crítica internacional como a maior Cia. de dança contemporânea do planeta, sendo o único brasileiro a fazer parte da Cia. desde sua fundação. Em dezembro de 2008, foi contemplado pelo Programa Municipal de Fomento a Dança de São Paulo com sua companhia, Maurício de Oliveira e Siameses. Com este projeto pretende remontar o espetáculo Olhar Oblíquo além de circular com o espetáculo De.Gelo pelos teatros da cidade de São Paulo. Em novembro/dezembro de 2008, regressou a Alemanha como bailarino convidado para atuar na produção The Mythic Radio Theater para a The Forsythe Company, coreografia de Dana Caspersen. Em novembro de 2008, participa com seu espetáculo solo Fragile do Festival Goiânia em Cena. Ainda em 2008 atuou como colaborador e assistente de direção para Alessio Silvestrin com o espetáculo Polígono para a São Paulo Cia. de Dança. Participação no Sesi Dança 2008 com o espetáculo De.Gelo excursionando pelo Estado de São Paulo. Em 2008 foi contemplado e premiado como melhor espetáculo de dança no 12º Festival Cultura Inglesa com o solo Fragile. Em 2007 atuou como coreógrafo de Khaos para a Cia. nº1 do Balé da Cidade de São Paulo; remontou o espetáculo Fabbrica, original da Holanda para o Festival Panorama Sesi de Dança; estreou a coreografia De.Gelo no Festival Rumos Dança do Itaú Cultural e foi contemplado pelo PAC circulação com este mesmo espetáculo. Em 2006 estreou a coreografia Olhar Oblíquo com a Siameses no Festival Dança em Pauta no Centro Cultural Banco do Brasil; estréia da coreografia Agbara para o Balé do Teatro Castro Alves em Salvador; estréia Um Outro Tempo Líquido para a Distrito Companhia de Dança em Ribeirão Preto; convidado a coreografar o solo Tempo Líquido para Maria Alice Poppe (Festival do Sesc Copacabana) RJ. Em 2005 estreou a coreografia Jardim Noturno para a Siameses. Em 2004 trabalhou como coreógrafo do Orbital Cavities para a companhia Krisztina de Chatel em Amsterdam; retornou ao Frankfurt Ballet como bailarino convidado (temporada 2004). Em 2003 estreou a coreografia No (mad) para o Festival Four Steps Foward em Den Haag; participou da produção Luxury Item do coreógrafo inglês Paul Selwyn Norton. Em 2003-2002, estreou a coreografia Fabbrica para o Ca-Dance Festival em Den Haag em uma co-produção Frankfurt Ballet e Korzo Theater, apresentando-a em quatorze cidades holandesas. Em 2002 realizou uma exposição de pinturas e desenhos no Tat Bockenheimer Depot em Frankfurt, patrocinado por William Forsythe. De 1999-2003 participou do Frankfurt Ballet. Em 1999 integrou a Pretty Ugly Dance Company dirigido por Amanda Miller. Atuou como free-lance em várias produções na Holanda, entre elas: 1998-Spring Dance Festival;Project
Creoule e Holland Dance Festival. Miriam Mehler nasceu em Barcelona, Espanha, em 15 de setembro de 1935. Suas atividades artísticas foram tanto no cinema, como no teatro e na televisão. Com pouco mais de vinte anos apareceu nas novelas: " Sétimo Céu "; e " Mulherzinhas". A seguir fez o filme: "Cidade Ameaçada". Tida logo como boa atriz, seu tipo pequeno e delicado, sempre a levava para papeis de "mocinha", como se dizia antigamente. Assim, quando a TV Record lançou-se em teledramaturgia, buscou a moça Miriam, que havia feito : "A Grande Viagem", na TV Excelsior. E Miriam ficou na Record por vários anos .Fez as novelas:"Ana";"Tilim"; "Editora Mayo, bom dia'; "" O Príncipe e o Mendigo". Intercalou com filmes: "O Bandido da Luz Vermelha";"A Cama ao alcance de Todos'; " Juliana do Amor Perdido"; 'Ato de Violência"; "Dora Doralina" . Intercalou ainda com uma boa participaçào na TV Globo, na novela; "A Cabana do Pai Tomás e com a a reapresentação de "O Direito de Nascer", feita pela TV Tupi de São Paulo. Depois fez na TV Manchete: "A História de Ana Ráio e Zé Trovão". E no SBT; "As Pupilas do Senhor Reitor; " Colégio Brasil";. "Escrava Isaura'; "A Pequena Travessa." Tudo isso sem contar suas inúmeras participações em peças teatrais. Miriam Mehler foi casada com o ator Perry Salles. Com ele montou o Teatro Paiol, no centro de São Paulo. E com ele também teve o filho Rodrigo, q ue faleceu aos 21 anos de idade, de um desastre de carro, para tristeza de todos.Sempre meiga e educada, Miriam permanece trabalhando em televisão, e em 2006 fez ; "Cristal", no SBT. Os bailarinos, atores e músicos Alício Amaral e Juliana Pardo que criaram, em 1999, a Cia. Mundu Rodá de Pesquisa Artística. Ao longo de dez anos Alício e Juliana vêm pesquisando as danças populares brasileiras. Esta pesquisa tem, como premissa fundamental, a idéia de que o universo das expressões culturais populares brasileiras se constitui como uma fonte inesgotável para o estudo e para o desenvolvimento de técnicas que possam servir para o trabalho de criação dos artistas do movimento (bailarinos, atores e performers). Deste amplo universo escolheram as danças dramáticas, em função da riqueza estética oferecida por esta forma de manifestação cultural que combina, estruturalmente, três elementos em sua representação: a dança, o teatro e a música. Tem existido, ao longo da história da formação da cultura brasileira, a criação e a recriação de um sem número de bailados que tiveram, num momento inicial, maior ou menor presença de textos encenados em total simbiose com a música e a dança. Foi esta característica ainda hoje presente no Cavalo Marinho brincado na Zona da Mata Norte de Pernambuco que definiu o recorte de pesquisa de Alício e Juliana. Turnê Mundu Rodá
(Pernambuco Brasil) Turnê Mundu Rodá
(Europa) Praga República Tcheca - Fevereiro e
Março de 2009. Holstebro -
Dinamarca - Março e Abril de 2009 Perugia
Itália - Abril e Maio de 2009 A história dos Parlapatões e
a retomada do Teatro de Rua na cidade de São Paulo
caminham juntas. Da necessidade de se expressar com maior
liberdade, longe das gastas convenções do teatro de
então, o grupo se formou. Em 91, começaram apresentando
números circenses e passando o chapéu. Aos poucos, os
números ganharam uma forma teatral que gerou os dois
primeiros espetáculos: Nada de Novo e Bem
Debaixo do Nariz. Quarteto Aureus
foi criado em 1995 por músicos de experiência
internacional, o grupo vem especializando-se na
interpretação dos principais compositores brasileiros,
buscando preencher uma das lacunas da nossa atual
produção cultural. Paralelamente, o Quarteto
AUREUS desenvolve trabalho com o repertório
tradicional para quarteto de cordas no qual seus músicos
possuem vasta experiência. Na sua discografia o quarteto
AUREUS lançou dois CDs Um pelo selo
Paulus com a edição integral dos quartetos
de cordas de Alberto Nepomuceno , outro Pelo selo
Som Puro com obras de diversos autores. Paulo Gazzaneo vem
conquistando uma sólida posição dentro do cenário
musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo e,
recentemente, na área da composição. Currículos dos artistas plásticos da exposição: Antonio Hélio Cabral - Nasceu em Marília-SP em 1948. Pintor. No início da década de 1960, freqüenta a oficina de Fausto Boghi, com quem aprende técnicas de cinzel, realiza relevos em cobre, em São Paulo. Cursa arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP, entre 1970 e 1974. Em 1973, leciona desenho no Arstudium, em São Paulo. A partir da metade da década de 1970, freqüenta sessões de modelo vivo no ateliê de Antônio Carelli (1926) e estuda modelagem e fundição em gesso no ateliê de Raphael Galvez (1907-1998). Entre 1974 e 1984, atua como professor e coordenador dos ateliês de arte do Museu Lasar Segall e, de 1981 a 1984, leciona desenho e pintura na Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pesp. É curador da exposição Raphael Galvez: A Cidade à Sombra dos 40 - Pinturas, realizada na Pesp, em 1994. Em 1995, a Editora da Universidade de São Paulo lança o livro Hélio Cabral, sobre sua trajetória artística, de autoria de Leon Kossovitch. Cabral dedica-se principalmente à pintura, mas trabalha também com desenho, gravura e escultura. Antonio Peticov (Assis SP 1946). Desenhista, gravador, escultor e pintor. Com produção diversificada, Peticov trabalha com pintura, desenho, gravura, escultura e ilustração. Faz instalações como Balli Ballet (1982), em Cloudwalk Farm, Connecticut, e The Big Ladder - Scala Cromatica(1983), para a New York Art Expo, nos Estados Unidos. Apresenta, em 1989, o Projeto Natura - Rio Pinheiros na 20ª Bienal Internacional de São Paulo, prevendo a plantação de várias espécies de árvores ao longo do rio Pinheiros, em São Paulo; e, em 1992, cria o Projeto Bosque Natura, para a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro. Realiza, em 1990, o mural Momento Antropofágico com Oswald de Andrade, instalado na estação República do metrô de São Paulo, em homenagem ao centenário do escritor. Em 2003, é lançado o livro Trabalhos Escolhidos, juntamente com a exposição no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). Em suas pinturas trabalha freqüentemente com séries temáticas como a Seção Áurea e Dia e Noite, utilizando conceitos da física e da matemática, relacionados ao espectro de cores e à luz. Claudio Tozzi - Nasceu em São Paulo, onde vive. Estudou no Colégio de Aplicação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (1956 a 1962) e na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1964 a 1969), onde é professor. Participou de várias exposições, entre as quais: Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo; Brasil 500 anos Arte Contemporânea; Sala São Paulo; Veneza; Paris; Medellín (Colômbia); Havana; e Makurazaki (Japão). Realizou exposições individuais no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, Museu de Arte Moderna de Londrina, Museu de Arte de Cascavel, Museu Andrade Muricy, em Curitiba Arte e Sociedade e Subversão dos Meios, no Centro Cultural Itaú e em diversas galerias no Brasil e no exterior. Fez exposição tese de doutorado no Museu Brasileiro da Escultura pela FAU/USP. Recebeu vários prêmios, entre eles o Prêmio de Viagem ao Exterior, no Salão Nacional de Arte Moderna, e o do Instituto Brasil-Estados Unidos, de melhor exposição. Venceu concurso para realizar um painel de 600 m2 no Edifício Exclusive, na Avenida Angélica, em São Paulo. Realizou painéis em espaços públicos, como "Zebra", na Praça da República, nas Estações Sé e Barra Funda do Metrô e no Edifício Spazio 2222, na Avenida Dr. Arnaldo, todos na cidade de São Paulo. Realizou painéis de grandes dimensões nas Avenidas 23 de Maio e dos Bandeirantes em 2005. Ivald Granato - Fluminense, nascido em Campos, Rio de Janeiro, em 1949. Até 1966 viveu em sua cidade natal, onde começou a desenhar desde muito cedo, sob influência dos pintores cubistas. Ingressa na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Artista polêmico e provocador, utilizou, além da pintura, a performance como meio de expressão. "O Urubu Eletrônico" (Teatro Municipal de São Paulo, 1976), "Ciccilo Matarazzo em Mitos Vadios" (Rua Augusta, SP, 1978), "Bandait" (Centro Cultural São Paulo, 1982), "Painting Performance" (Munique, 1984), "Pasta Man" (Basiléia, Suíça) e "Painter and Model" (Escola Panamericana de Arte, 1991) foram algumas das inúmeras performances. Recebeu vários prêmios, entre eles o de Melhor Ilustrador do Ano, da Editora Abril, e o Prêmio Aquisição na 1ª Trienal de Osaka, Japão, ambos em 1990, e o Prêmio Jabuti, de Melhor Capa de Livro - "Processo de Criação" - Darlene Dalto - 1993. Possue trabalhos no Masp, MAM SP, MAM Rio, Museu Ludwig, Osaka Foundation of Cultura - Japão, Banco América do Sul, Fundação Itaú, Banco Real, Chase Manhattan Bank. Granato realizou numerosas exposições individuais e coletivas no Brasil, Estados Unidos, Japão, América Central e América do Sul, das quais podemos destacar as seguintes: Bienal Internacional de São Paulo, em 1979, 81, 85, 89 e 91; 1ª Bienal de Havana, Cuba, 84; 4ª Bienal Ibero-Americana de Arte, México, 84-85; International Gallery, Nova York, 88; Museu de Gottenborg, Dinamarca, 89; Feira de Los Angeles, 89; Homenagem a Bardi, Masp, 90; 1ª Trienal de Gravuras, Osaka, Japão, 91; Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro; Museu de Belas Artes, Rio, 2002; Centro Cultural dos Correios, Rio; MuBE, São Paulo, 2004/2005; MAC SP; Museu de Arte Contemporânea de Olinda; e Museu de Arte Moderna, Salvador, Bahia. Grande ativista cultural, Granato é considerado "o agitador dos pincéis". José Roberto Aguilar - Nasceu em São Paulo em 1941. Em 1958, já participava da vida cultural brasileira através do movimento Kaos, manifestação vanguardista de Jorge Mautner que incluía sessões de poesia, literatura e performance. Em 1961, realiza sua primeira exposição. Em 1963, é selecionado para a Bienal Internacional de São Paulo. Em 1965, junto com outros artistas nacionais e internacionais (Hélio Oiticica, com os Parangolés), participa da famosa mostra OPINIÃO-65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1967, recebe o Prêmio Itamaraty na Bienal de São Paulo, onde volta a expor em 1969. Na virada dos anos 70, é um dos criadores que se vêem obrigados a viver no exterior. Morou em Londres, realizou exposição em Birmingham. Retorna ao Brasil em 1973, faz exposições no Rio de Janeiro e em São Paulo. Entre1974 e 1975, vive em Nova York, EUA, onde começa a realizar um trabalho pioneiro de vídeo-arte. Convidado para a Bienal de São Paulo em 1977, realiza a peça performática Circo Antropofágico, com doze monitores de vídeo no palco. Recebe o Prêmio Governador do Estado. Em 1978, participa de videoperformances no Beaubourg, em Paris, e no Festival de Vídeo-Arte de Tóquio. Em 1979, expõe novamente na Bienal de São Paulo. Na década de 80, desenvolve grande atividade como pintor, com constantes exposições. Reforça sua imagem de multimídia através de inúmeras performances, da criação e apresentações da Banda Performática, da realização de montagens e espetáculos em praças públicas, o megaevento da Revolução Francesa em 1989, onde coloca 300 artistas em cena. Compõe músicas, grava discos, escreve e edita livros. Desenvolve suas ligações com a religiosidade e a capacidade humana de transcendência. São constantes as demonstrações de não ter medo de experimentar. Nos anos 90, tem dado continuidade às suas múltiplas atividades. Realizou duas grandes megaexposições com quadros de grandes dimensões, no MASP, em 1991, e no MAM-SP, em 1996, além de exposições no exterior. Tornou-se diretor da Casa das Rosas, (1996-2002). José Roberto Leonel Barreto - (Capão Bonito SP 1942). Desenhista, gravador, pintor, artesão, artista intermídia, teórico em arte, professor. Estuda pintura com o artista colombiano Rodrigo Barrientos, em 1963. Em 1967, artesanato em couro com Lincoln Lacroix. Entre 1968 e 1974, viaja pela Europa. Em Madri, torna-se assistente de Julio Espinoso, praticando pinturas murais, e, em Barcelona, impressiona-se com a obra de Antoni Gaudí (1852 - 1926) e Antoni Tàpies (1923). De 1975 a 1983, reside nos Estados Unidos, forma-se em belas artes pela The School of Visual Arts de Nova York e leciona desenho na Igreja Ecumênica Riverside Church. De volta ao país, fixa residência em São Paulo e atua como professor e teórico em arte em várias instituições. José Zaragoza - Nasceu em Barcelona, em 1930. Dedicou-se às artes a partir dos 14 anos, quando começou a freqüentar a Escola de Arte para Jovens, dirigida pela professora Angela Rosado. Dois anos depois, em 1946, ingressou na Escola de Artes e Ofícios, também em Barcelona. Aos18 anos candidatou-se à Escola de Belas Artes "La Lonja", ainda em Barcelona. Foi aceito depois de submetido ao teste de capacidade em desenho e gravura. Trabalhou na Gráfica Manen, criando ilustrações para contos, cartazes de cinema, capas de livros, etc. Obrigado a fazer o serviço militar, teve de suspender os estudos, contra a própria vontade e a dos professores da escola. Em 1952, revoltado com a situação política da Espanha, sob o domínio de Franco, e também por ter perdido 2 anos de estudos das belas-artes, decidiu-se a vir para o Brasil. Aqui, começou a fazer ilustrações para anúncios, além de trabalhar como designer. Retomou a pintura, participando de duas exposições na Galeria Prestes Maia. Também participou de 3 Bienais de São Paulo, da 2ª Bienal de Havana, em Cuba, e do 2º Prêmio Probel, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Fez exposições em Paris, Nova York, Barcelona, Madri, Roma, Lisboa, Londres, Haia, Ludwigshafen (Alemanha) e em Tóquio e Shizuoka (Japão). Expôs nas mais importantes cidades brasileiras. Fez, ao todo, 59 exposições. Em 1999 enfrentou o desafio de fazer um longa-metragem sobre São Paulo, "Até que a Vida nos Separe", e pretende, ainda, dirigir um novo filme, que promete gerar bastante polêmica. José Zaragoza faz parte da diretoria do Museu de Arte Moderna de São Paulo e da Sociedade de Cultura Artística. Luiz Paulo Baravelli - Nasceu em São Paulo(SP) em 1942. Desenhista, gravador, artista gráfico, professor. Faz curso de desenho livre no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp, em 1951. Um ano depois, viaja para os Estados Unidos e estuda na Parson's School of Design e no American Institute of Graphic Arts em Nova York, até 1955. Nessa época, acompanha as primeiras manifestações da arte pop e vê trabalhos de Robert Rauschenberg (1925), Jasper Johns (1930) e Cy Twombly (1928). No Brasil, em 1957, deixa a publicidade e torna-se aluno do pintor Karl Plattner (1919 - 1989), com quem trabalha em São Paulo e, posteriormente, na Itália e na Áustria, até 1960. Nesse período, vive também em Paris, freqüenta a Académie de la Grande Chaumière e o ateliê de Johnny Friedlaender (1912 - 1992). Retorna ao Brasil em 1960. Em 1963, inicia trabalho com os jovens artistas Carlos Fajardo (1941), Frederico Nasser (1945), José Resende (1945), Luiz Paulo Baravelli (1942), entre outros. Nesse ano, realiza, no João Sebastião Bar, O Grande Espetáculo das Artes, um dos primeiros happenings do Brasil. Procura organizar um movimento artístico, o realismo mágico, juntamente com Maria Cecília (1928), Bernardo Cid (1925 - 1982), Otto Stupakoff (1935) e Pedro Manuel-Gismondi (1925 - 1999), e outros. Em 1966, com Nelson Leirner (1932), Geraldo de Barros (1923 - 1998), José Resende, Carlos Fajardo e Frederico Nasser, funda, como reação ao mercado de arte, o Grupo Rex, que existe até 1967. Duke Lee realiza seus trabalhos com diferentes materiais e técnicas: têmpera, colagem, vídeo, xerox, computador gráfico, scanner, entre outros. Tomoshige Kusuno - Nasceu em 1935 na cidade de Yubari, Japão. Em Tóquio, iniciou sua carreira artística e veio para o Brasil em 1960, foi viver em Mirandópolis, onde trabalhou como orientador de atividades artísticas na Comunidade Yuba. Lecionou na FAAP e na ECA/USP, da qual participou da fundação. Exposições individuais 1955-1991: Japão, Brasil, EUA e outros países, no total de 32 exposições. Exposições coletivas e salões 1950-1991: Bienais de São Paulo (63/65/67/76/83); Bienal de Jovens, Paris, 1965; exposição coletiva de pintores latino-americanos "A Década da Emergência" (Museu Solomon Guggenheim), 1966; Exposição Codex de Pintura Latino-Americana, Buenos Aires, 1968; Bienal Internacional de Escultores ao ar livre (Museu Middelheim da Antuérpia), 1971; Bienal de Artes Gráficas, Cali, Colômbia, 1976; IV Bienal de Medellín, Colômbia, 1981; I Trienal Internacional de Osaka, Japão, 1990; participou de salões de arte em todo o território nacional e no exterior Japão, França, Suíça, Espanha, etc.; recebeu vários prêmios; participou ativamente de exposições que deram ao movimento artístico nacional e internacional condições de se desenvolverem. Tomoshige tarda-se em progressões lentas. Sua obra é exemplo de um labor tenaz, tanto do espírito como da aplicação física, na busca de equilíbrio entre as emoções e as exigências da planificação. Foi assim no seu passado, de uma fase para outra, em seus achados sígnicos e ideogramáticos, na convivência do desenho "puro" com o representativo. Com uma sabedoria sagaz e bem-humorada traduziu as neuroses do tempo. Ordenava o caos e enigmatizava-o. Mas, se realizou constelações visuais conturbadas, soube também se transportar para as esferas transcendentes do nirvana. O alcance poético de seu imaginário é fruto de uma capacidade de introspecção e de uma atração para o enigmático. Por sobre o vermelho de suas últimas grandes composições, ele pensa o poder das gradações de luz obtidas com a multiplicação do risco do lápis. Zélio Alves Pinto (Conselheiro Pena MG 1938). Pintor, desenhista, escultor, tapeceiro, publicitário, programador visual, artista gráfico, pesquisador, cartunista, escritor e professor. Cursa a Escola Superior de Jornalismo. Estuda pintura na Academie La Grande Chaumière, em Paris, cidade onde realiza sua primeira individual, na Maison du Brésil, em 1962 e trabalha como correspondente de imprensa da revista O Cruzeiro. Além das atividades jornalísticas e artísticas, participa de movimentos culturais e desenvolve experiências em produção teatral. Colabora em diversas publicações, tais como A Cigarra, Senhor, Revista da Semana, Jornal do Brasil e O Pasquim. Entre 1969 e 1976 é produtor da TV Cultura. Em 1985, faz parte do júri do 16º Panorama de Arte Atual Brasileira. Recebe bolsa de estudos Fulbright/Capes com a qual desenvolve uma pesquisa em Nova York, entre 1986 e 1987. É diretor do Museu e Arquivo do Estado de São Paulo nas gestões de 1982 a 1986 e 1991 a 1993. É também secretário adjunto da Secretaria de Estado da Cultura - SP, nos anos 1995, 1996 e 1997. É secretário executivo da Comissão Paulista para os 500 anos do Brasil. Organiza o Salão Mackenzie de Humor, o Salão de Humor de Piracicaba e a Exposição Brasileira de Filme de Animação. Em 1991, lança o desenho animado As Lentes Mágicas, uma fábula amazônica, na Bienal Internacional de Quadrinhos no MIS/SP. É irmão do cartunista Ziraldo (1932). Serviço: Conhecimento Vivo Idealização e realização da Alice Carta Promoções Patrocínio da Vale Dia 8 de dezembro, terça-feira Às 10h00, Às 16h00, Às, 17h00 Literatura com Ignácio de Loyola
Brandão Às 18h00 Dia 9 de dezembro, quarta-feira, Às 10h00, De 9 a 12 de dezembro: Exposição A Obra Como
Percurso. Artistas: Antonio Hélio Cabral,
Antonio Peticov, Claudio Tozzi, Ivald Granato, José
Roberto Leonel Barreto, José Roberto Aguilar, José
Zaragoza, Luiz Paulo Baravelli, Tomoshige Kusuno, Zélio
Alves Pinto. Às 15h30 Às 16h00, Às 16h00, Às 16h00, Às 17h00, Às 17h30, Dia 10 de dezembro, quinta-feira, Às 10h00, Cinema: Chuvas de
Verão Às 15h00, Às 16h00, Às 17h00, Às 17h30, Às 18h00, Dia 11 de dezembro, sexta-feira, Às 10h00, Às 15h00, Às 16h00, Às 16h00, Às 16h00, Leitura
de peças com Miriam Mehler Às 17h00, Ricardo
Viveiros Às 18h00, Orquestra de Câmara
Engenho Barroco Todos os eventos serão gratuitos, retiradas de ingressos uma hora antes dos espetáculos. |
Para receber informações dos eventos
culturais divulgados pela Bemelmans Comunicações
enviem um e-mail
Bemelmans
Comunicações
Assessoria de Imprensa
Email