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A
Fundação Nestlé Brasil apresenta o Projeto
Viagem Musical
no interior de São Paulo
As
apresentações serão nas cidades de Araraquara,
Caçapava, Cordeirópolis,
Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo
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Em setembro e outubro o projeto Viagem
Musical, patrocinado pela Fundação
Nestlé Brasil, levará apresentações
musicais nas cidades de Araraquara, Caçapava,
Cordeirópolis, Ribeirão Preto e São Bernardo do
Campo, no interior de São Paulo. Serão sete grupos
musicais reconhecidos que interpretarão blues, choro,
música popular brasileira e música clássica: Bruch
Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a
Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues.
A Direção Artística é de Miriam Mazzei.
O projeto Viagem Musical tem o apoio do Governo
de São Paulo, através da Secretaria de Estado da
Cultura, pelo Programa de Ação Cultural
ProAC 2009. O objetivo principal é a
formação de público com a diversidade de estilos dos
grupos. A ideia de realizar o projeto pelo interior é
levar à população a cultura e a arte de qualidade
propiciando, principalmente ao público jovem, a
possibilidade de ter contato com a linguagem musical
através de profissionais gabaritados, despertando o
interesse em conhecer e participar de atividades musicais
e artísticas com os objetivos de incentivar o
aprendizado musical, formar público com um mínimo de
critério de avaliação e conhecer a música erudita e
popular de qualidade, desmistificando que é uma musica
elitista e de difícil entendimento. Todas as
apresentações são ás 20h e gratuitas. Blog:
http://projetoviagemmusical.blogspot.com/
Formação dos
grupos:
Bruch Trio - Aída
Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo
Jaffé (viola)
Ginga Roberto
Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio
Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva
(vocal)
Irmandade do Blues
- Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão
(baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Madeira de Vento
Quinteto de clarinetistas João Francisco
Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário
Marques e Otinilo Pacheco
4 a Zero -
Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria
e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado
(contrabaixo)
São Paulo Arte
Trio - Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz
(violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)
Tritono Blues
Bruno Santanna (vocal), André Youssef
(pianista e organista) e André Carlini (gaitista)
Agenda:
Araraquara:
22 de outubro Irmandade do
Blues
Local: Sesc Araraquara
Área de Convivência
Caçapava:
02 de outubro Ginga
09 de outubro Madeira de
Vento
16 de outubro Bruch Trio
23 de outubro São Paulo
Arte Trio
Local: Cine Vogue
Cordeirópolis:
10 de setembro Bruch Trio
18 de setembro Ginga
25 de setembro Madeira de
Vento
Local: Teatro do Centro Cultural
Ataliba Barrocas
Ribeirão Preto:
23 de setembro Tritono
Blues
27 de outubro Madeira de
Vento
Local: Sesc Ribeirão Preto
Área de Convivência
São Bernardo do Campo:
01 de outubro Ginga
03 de outubro Bruch Trio
08 de outubro São Paulo
Arte Trio
15 de outubro 4 a Zero
Local: Teatro Elis Regina
Currículo completo dos grupos
Bruch Trio -
Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e
Marcelo Jaffé (viola)
O Trio, onde atuam músicos de grande expressividade
artística e ampla experiência camerista, inspira-se na
afinidade dos três pela sonoridade introspectiva,
intimista e aveludada que resulta da união dos seus
instrumentos. Tem se apresentado nas mais importantes
salas de concerto de São Paulo e interior do estado,
recebendo da crítica especializada elogios
significativos à sua performance, em especial à
sensível interpretação das obras de Max Bruch,
compositor homenageado pelos artistas.
Aída Machado: Diplomada em Piano pela Escola
Magda Tagliaferro na classe de Helena Plaut, Bacharel em
Psicologia e Mestre em Música pelo Departamento de
Música da Universidade de São Paulo. Realizou cursos de
Música Contemporânea, Contraponto, Harmonia e Estética
com H. J. Koellreutter. Tem-se dedicado à música de
câmara se apresentado em recitais com as mais variadas
formações e repertório que abrange desde a música
antiga até a música do século XX
É professora na Faculdade de Música FAAM, na Faculdade
de Música Santa Marcelina, Escola Superior de Música,
Escola Municipal de Música e Coordenadora Pedagógica do
Centro de Estudos Musicais Tom Jobim.
Seu prestígio tem-lhe valido constantes convites para
compor júris em concursos de piano e música de câmara
e ministrar cursos em várias cidades e nos principais
Festivais de música do País.
Aída Machado foi convidada pela Fundação Magda
Tagliaferro, com Bolsa do Ministério da Cultura, para
integrar a equipe que representou a Fundação em visita
à Escola Superior de Música de Karlsruhe, Alemanha.
Marta Vidigal: Bacharel em clarinete pelo
Departamento de Música da ECA USP. Bolsista da VITAE em
Paris de 1989 a 1991, realizou trabalho de
aperfeiçoamento em clarinete e música de câmara no
Conservatoire Nacional de Region Rueil Malmaison sob
orientação dos professores Henry Druart e Claire
Vergnory. Ainda na França, participou das orquestras
Sinfonietta de Paris e Ensemble
Internacional de Paris.
Vencedora do III Concurso Nacional para solistas da
Sinfônica do Espírito Santo em 1987, tendo sido
aprovada no mesmo ano no Concurso para solistas do
Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo.
Participou de Festivais de Música como os de Campos do
Jordão, Brasília, Tatuí e Bienal da USP. Como
professora de clarinete e música de câmara atuou entre
1991 a 1994 no Stage dOrchestre Musique au
Pluriel realizado anualmente na França.
É membro da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
e da Orquestra Jazz Sinfônica.
Marcelo Jaffé: Iniciou seus estudos com Alberto
Jaffé, seu pai, prosseguindo-os na Universidade de
Illinois, EUA.
Obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional de Música de
Câmara da Universidade de Brasília, Jovens solistas da
Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Jovens
Concertistas Brasileiros, Sul América e Edward Krollik
Award.
Participou de vários cursos ministrados pela Pró Arte
de Teresópolis, Escola de Música de Brasília, Bienais
da USP e dos Festivais de Inverno de Campos do Jordão e
Tanglewood Music Center, entre outros.
Membro do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo,
professor do Departamento de Música da Universidade de
São Paulo.
Ginga Roberto
Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio
Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva
(vocal)
O trabalho do Ginga é um ritual onde são
celebradas as raízes musicais brasileiras, do maracatu
à MPB, incorporando-os a outros ritmos universais como o
funk e o jazz-rock em um contexto contemporânero. Quando
o Ginga toca, nos transporta para um clima mágico de
Brasil rural-urbano, norete-sul, contagiante, dançante e
puramente instrumetnal. O primeiro CD lançado pela
gravadora Just´n Music contém 9 músicas, sendo 4 de
autoria de Douglas Griggio, 3 de Roberto Vergal e uma de
Tom Jobim. O Ginga chegou para ocupar um lugar de
destaque dentro da música instrumental brasileira.
Irmandade do Blues - Vasco
Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu
Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Com 17 anos de estrada a banda paulista Irmandade do
Blues lança seu primeiro DVD se consolidando como
uma das mais bem sucedidas e respeitadas bandas de blues
do cenário nacional. O DVD que ainda conta com as
participações especiais de Andreas Kisser e André
Matos também saiu em versão CD.
No repertório desse trabalho estão músicas do CD
Veneno (1996) e de Good Feelings (2007) onde
a banda mistura composições próprias arranjadas dentro
do estilo musical que dá nome à banda com muita
personalidade e suingue, além das reconstruções de
clássicos do gênero que já se tornaram marca
registrada do Irmandade do Blues.
Formada por Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio
Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia
(bateria) a banda mostra que está com todo gás 12 anos
após o lançamento de seu primeiro álbum além de ser a
banda com a formação original mais antiga de São
Paulo. Site: www.irmandadedoblues.com.br
Madeira de Vento
Quinteto de clarinetistas João Francisco
Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário
Marques e Otinilo Pacheco
O Madeira de Vento é um quinteto de clarinetas
que faz música de câmara misturando elementos da
música clássica, da Música Popular Brasileira, das
rodas de choro, das bandas de coreto e principalmente
preservando a alegria e o prazer de realizar boa música.
Desde 1998, quando o grupo foi formado, o quinteto vem
pesquisando e divulgando música brasileira. Em 2001 o
quinteto foi selecionado para representar o Estado de
São Paulo no Projeto RUMOS ITAÚ CULTURAL MÚSICA.
Neste projeto foram reunidos, em uma série de CDs, 78
nomes, entre grupos e artistas, com intuito de mapear
produção cultural do país. As obras "IMPRESSÕES
BRASILEIRAS", de Fernando de Oliveira, e "SÓ
NA TRAVE", de Hudson Nogueira, estão presentes
neste trabalho.
Em seu primeiro CD Chovendo Canivetes, que
foi lançado em 2003 pelo selo CPC-UMES, o
MADEIRA DE VENTO faz um inventário da história da
clarineta no Brasil, homenageando os maiores expoentes do
instrumento. Um disco que reúne obras de músicos
fundamentais na história da nossa música popular, como:
Luis Americano, K-ximbinho, Severino Araújo, Paulo
Moura, Abel Ferreira aos quais se juntam novos e
talentosos criadores: Naylor Proveta Azevedo,
Hudson Nogueira e Fernando de Oliveira, daí resultando
uma verdadeira antologia da clarineta brasileira. Em 2002
o grupo desenvolveu junto à Fundação Pró-Memória de
Indaiatuba um projeto de resgate, pesquisa e gravação
da obra do clarinetista Nabor Pires Camargo, em
comemoração ao seu centenário. Destacamos ainda,
a participação do MADEIRA DE VENTO nos CDs de
Isaías e seus chorões pelo selo CPC-UMES e
do grupo As Choronas pela Gravadora Paulus.
Em julho de 2003 o grupo dividiu o palco com Paulo Moura,
Paulo Sérgio dos Santos e com o grupo
ClarinEtc, fazendo um tributo ao clarinetista
e compositor K-ximbinho, sob direção de ZUZA HOMEM DE
MELLO dentro do projeto Ilustres
Desconhecidos, no SESC POMPÉIA. Em agosto de 2006
o grupo, a convite da International Clarinet
Association, se apresentou no ClarinetFest 2006
realizado em Atlanta / EUA. Em julho de 2007 pela mesma
entidade, se apresentou no ClarinetFest 2007 realizado
em Vancouver/Canadá.
João Francisco Correia (Clarineta), integrante da
Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e da Orquestra
Sinfônica de São José dos Campos. Tem sido premiado em
importantes concursos para instrumentistas. Dedica-se a
pesquisa e divulgação de novos compositores de música
brasileira.
Fernando de Oliveira (Clarineta), integrante da
Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e compositor
premiado em vários festivais de música no Brasil. É
Supervisor Pedagógico em projeto social que forma Bandas
de música nas periferias de várias cidades do estado de
São Paulo.
Michel Moraes (Clarineta), integrante da Orquestra
Sinfônica Municipal de Santos e saxofonista atuante em
múltiplas formações instrumentais: Big Bands, Regional
de Choro e grupos de Jazz. Professor em projeto social
que visa formar músicos instrumentistas de sopro.
Mário Marques (Clarineta): primeiro clarinetista
da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e integrante
de vários grupos camerísticos como: Regional de choro e
quinteto de sopros. Premiado em vários concursos para
Jovens Instrumentistas.
Otinilo Pacheco (Clarineta Baixo), primeiro
clarinetista solista da Orquestra Sinfônica
Municipal de São Paulo e Sinfônica Municipal de Santo
André, além de camerista atuante, tem sido convidado a
dar aulas nos mais importantes Festivais de Música do
Brasil. Nos últimos anos tem tocado no exterior em
países como Dinamarca, Alemanha e Portugal.
4 a Zero - Daniel Muller
(piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão),
Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)
Nos seus 7 anos de existência, o 4 a Zero vem
desenvolvendo, a custo de muita pesquisa e trabalho, uma
linguagem peculiar dentro da Música Brasileira tendo
como foco principal o Choro. Buscando se aprofundar nas
sutilezas do gênero e tratando-o com uma concepção
atual, o grupo cria novas possibilidades que surpreendem
pela criatividade e originalidade. Após ter conquistado
o segundo lugar no 7o Prêmio VISA de Música Brasileira
em 2004, lançou o elogiado disco "Choro
Elétrico", se apresentando por todo o Brasil pelo
"Projeto Pixinguinha" e "Circuito
Instrumental Universitário" (com a participação
do grande bandolinista Joel Nascimento), ambos
patrocinados pela Petrobrás, além de shows em
importantes festivais como o Brasil Instrumental, em
Tatuí e o Festival de Música de Itajaí. Em 2006, o
grupo teve uma fase de imersão na música de Radamés
Gnattali, apresentando um show em homenagem ao
centenário do nascimento do maestro, no qual contou com
a participação de Toninho Ferragutti e Rafael do
Santos. Atualmente prepara o lançamento do disco
"Porta Aberta", no qual presta homenagem aos
compositores de choro do interior de São Paulo. O
trabalho conta com a ilustre participação do
saxofonista Nailor Proveta e é patrocinado pelo Governo
do Estado de São Paulo (PAC) e pela Prefeitura Municipal
de Campinas (FICC).
São Paulo Arte
Trio - Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz
(violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)
Fundado oficialmente em 25 de abril de 2006 é formado
por três destacados músicos residentes em São Paulo,
professores conceituados com formação acadêmica
consistente e concertistas premiados nacional e
internacionalmente.
O São Paulo Arte Trio fez sua estréia oficial nas salas
de concerto em evento realizado na Casa de
Cultura "Maestro Demétrio Kipman" na
cidade de Bragança Paulista / SP no dia 16 de setembro
de 2006 dentro da série de concertos do I
Festival Demétrio Kipman apresentando obras dos
compositores W. A. Mozart, L. van
Beethoven, R. Gnattali e A.
Piazzolla.
Laércio Diniz foi aluno de Ludmila Vinecka em
Brasília e Erich Lehninger como
bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu
dois Concursos Jovens Solistas (Porto Alegre
e Brasília) e em 1987 foi contemplado com bolsa de
estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de
Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola
Superior de Música de Aachen sob a orientação
de Ingeborg Scheerer e um ano depois
na Escola Superior de Música de Colônia sob
a orientação de Saschko Gawriloff (spalla
da Orquestra Filarmônica de Berlim), Susanne
Rabenschlag (primarius do Quarteto Verdi) e
música de câmara com o Quarteto Amadeus.
Na Alemanha foi professor na Escola de Musica de
Gumrnersbach e trabalhou com a Heidelberger
Kammerorchester tendo atuado como spalla e
solista e realizando concertos por mais de cinco anos por
todos os países da Europa Ocidental.
De volta ao Brasil em 1995 fundou o Quarteto de
Cordas Aureus especializado no repertório
brasileiro com o qual gravou dois CDs , um pelo selo Som
Puro com autores variados e o outro com a obra completa
para quarteto de cordas de Alberto Nepomuceno pelo selo
Paulus.
Em 1997 fundou a Orquestra de Câmara Engenho
Barroco da qual é spalla e diretor artístico e
com a qual lançou um CD de música barroca pelo selo Som
Puro com obras de autores do período Barroco e em 2001,
2002 e 2003, três CDs integrantes do projeto
Restauração e Difusão de Partituras
patrocinado pela Petrobras interpretando obras de autores
do período colonial brasileiro.
Foi professor de violino do Festival de Inverno
de Campos do Jordão de 1999, 2000, e 2003. Em
2001 junto ao Quarteto Aureus, professor do curso de
inverno da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e
em 2002, professor do Festival de Inverno de
Londrina. Em 2007 foi o titular da cadeira de violino
no Festival Música das Esferas de Bragança
Paulista / SP. Desde 1998 é professor de violino
da Faculdade de Artes Alcântara Machado. É
também consultor musical da Fundação das Artes
de São Caetano do Sul, professor da Universidade
Livre de Música, chefe de naipe da Orquestra
Sinfônica Municipal de São Paulo e spalla
da Bachiana Chamber Orchestra, além de
desenvolver uma intensa carreira como recitalista e
solista.
bAna Maria Chamorro é natural da cidade de São
Paulo, estudou no Brasil com Zigmund Kubala na
USP e trabalhou na Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra
Sinfônica do Estado de São Paulo eOrquestra
Sinfônica Municipal de São Paulo.
Na Alemanha prosseguiu seus estudos com Eduardo
Vasalo, Friedmman Dahn e Joachim
Griesheimer, além de cursar música de câmara
com Saschko Gawriloff e Quarteto
Amadeus. Durante esse período, foi professora
da Escola de Música de Wiehl e integrou
diversas orquestras alemãs como: Rheinisches
Kammerorchester, Sinfonieta Köln eKlassische
Philarmonie Telekomm Bonn. Foi também primeiro
violoncelo da Tippet Ensemble e
violoncelo solo da Heidelberger Kammerorchester,
com a qual se apresentou regularmente durante cinco anos
em vários países europeus como: Alemanha, Portugal,
Espanha, França, Bélgica, Holanda, Noruega, Suécia,
Suíça, e Finlândia.
Volta ao Brasil trabalhando como spalla dos violoncelos
da Orquestra Sinfônica de Santos e
violoncelista do Quarteto Municipal de Santos.
Participou varias vezes como violoncelista convidada da
Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
(OSESP).
Atualmente é violoncelo solo da Orquestra de
Câmara Engenho Barroco, violoncelista do Quarteto
de Cordas Aureus tendo vários Cds gravados com
os dois grupos, violoncelista do São Paulo Arte
Trio e da Orquestra Filarmônica de São
Bernardo, professora de violoncelo da Universidade
Livre de Música e primeiro violoncelo da Bachiana
Chamber Orchestra. Gravou para a série de CDs SOLOS
da gravadora Som Puro varias peças para violoncelo e
piano.
Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida
posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto
como intérprete ou pedagogo e, recentemente, na área da
composição.
Discípulo de Amaral Vieira pela Faculdade
Santa Marcelina de São Paulo no Brasil e István
Lantos na Budapesti Liszt Ferenc
Zenemüvészeti Föiskola na Hungria, vem se
destacando por suas apresentações e gravações,
principalmente de obras brasileiras, para piano solo e
música de câmara, importantes registros de seu trabalho
como solista e camerista.
Complementando seus estudos, recebeu a orientação
de Osvaldo Lacerda, Almeida Prado, Sérgio Chnee (Composição,
Harmonia e Contraponto) e Hans Graff naAcademia
Superior de Música de Viena, além de sua
participação em festivais de verão e inverno nas
classes de Zoltán Kocsis (Hungria), Peter Frankl
(Hungria / Inglaterra) e Bruno Leonardo Gelber
(Argentina).
É convidado com frequência a ministrar aulas de piano e
música de câmara bem como palestras e seminários em
tradicionais festivais de inverno e verão, tanto no
Brasil como em países da América do Sul (Argentina,
Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru).
Como recitalista e solista já se apresentou em todos os
países da América do Sul e nos principais centros
musicais europeus (Áustria, Alemanha, Bélgica, Hungria,
Polônia, Espanha, Grécia, Bulgária, Inglaterra,
Suíça).
Desde o seu retorno ao Brasil em 1993, assumiu como
principal premissa de seu trabalho a execução e
registro fonográfico de obras de compositores
brasileiros, preferencialmente ainda ativos, e, desde o
ano de 2000, tem se dedicado de forma mais produtiva na
área da criação.
Entre suas premiações destacam-se o Prêmio
Lorenzo Fernandez 2004 outorgado pelo Femusica
da cidade de Campos / RJ, e as indicações ao Prêmio
Carlos Gomes 1996 (Secretaria de Estado da Cultura de
São Paulo) e ao Grammy 2002 (melhor CD
de música erudita com a estampa "Duo
Quanta").
Como intérprete já dispõe de oito títulos em sua
discografia, sete dos quais integralmente dedicados à
música nacional. Como compositor já foi prestigiado
pelo Harpyia Quartet (Grécia) em uma
temporada de concertos pelos países da Europa Oriental
e, uma gravação de suas seis miniaturas para piano solo
pelo selo PMC / SP.
Na pedagogia, desenvolveu um importante trabalho de 1998
a 2004 no cargo de coordenador do Centro de
Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo,
departamento da Secretaria de Estado da Cultura de São
Paulo.
Gazzaneo foi membro com participação ativa na American
Liszt Society, Sociedade Brasileira de Musicologia e
na Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.Desde 2007
é diretor executivo e pedagógico do Festival
Música das Esferas - Festival Internacional de Música
de Bragança Paulista.
O Tritono Blues
nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos do
cenário blues paulistano. Com uma formação pouco
convencional: piano, voz e gaita, ao vivo, tem-se a
nítida impressão de ouvir uma banda completa, pois os
baixos do piano são completados com a marcação da
percussão. No repertório, além dos clássicos do Blues
e da Soul Music, com versões de Ray Charles, B.B. King,
Muddy Waters, Otis Reding, Leadbelly, Eddie Boyd, entre
outros.
Bruno Santanna, grande cantor de Blues,
além de percussionista e gaitista. É lider da Bruno
Sant'anna Blues Band e também integrante da banda de
Blues-Rock Blindog. com dois CDs lançados.
André Youssef, pianista e organista, que
acompanha grandes nomes do blues nacional e
internacional. Atualmente também integrante da banda de
Nasi (ex-IRA!)
André Carlini, gaitista de estilo inconfundível,
líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black,
coordenador da pasta de harmônica do EM&T (Escola de
Música e Tecnologia).
O Tritono Blues marca presença na programação da noite
paulistana. Apresenta-se em casas como OMaileys,
Bourbon Street, Tom Jazz, The Black Horse, Drakes
Bar, O Garimpo, Bartholomeu Bar, entre outras.
Nos últimos anos o Trítono Blues participou de
festivais importantes como o Festival Internacional
Sons & Sonidos Eldorado realizado no Bourbon
Street, ao lado de nomes como Yamandú Costa, Gonzalo
Rubalcaba e Banda Mantiqueira; O Festival Vero
Tendencies em Alphaville, ao lado de Nando Reis,
Paula Lima e Toquinho; O Festival de Inverno de Aldeia
da Serra, abrindo o show de Nuno Mindelis e o Festival
de Inverno de Santana do Parnaíba; O projeto
Todas as Bossas realizado no SESC Bauru,
o projeto Sonora do SESC Rio Preto e também
participou de 3 apresentações em um show especialmente
montado para o SESC Vila Mariana com repertório
voltado para as Blues Work Songs ou
músicas de blues que falam exclusivamente do trabalho.
Empresas como Vivo, Bradesco Seguros, Revista Vero,
Syngenta, Anfarmag e Agência Fuel, tiveram o show do
Tritono Blues em seus eventos. Em 2008 o Tritono lançou
o CD Groovin, que está tendo uma excelente
receptividade do público e imprensa especializada.
A
Fundação Nestlé Brasil é responsável pelo
gerenciamento do investimento social feito pela Nestlé
no Brasil. A sua estratégia de apoio está focada em
projetos que tenham como temáticas as questões
relacionadas à Nutrição, Desenvolvimento Rural e a
Água. Entre as ações desenvolvidas pela Fundação
Nestlé Brasil estão os programas: Nestlé Faz Bem
Nutrir - que leva educação alimentar para
crianças e jovens, de 5 a 14 anos, de comunidades de
baixa renda em todo o país -, contribuindo para combater
a desnutrição e a obesidade, o Nestlé Faz Bem
Cuidar uma iniciativa ambiental que dissemina
conceitos de preservação do meio ambiente também para
crianças e jovens e ainda o Nestlé Faz Bem
Saber que investe no desenvolvimento do homem do
campo.
Serviço:
Viagem Musical
Grupos: Bruch Trio, Ginga,
Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São
Paulo Arte Trio e Tritono Blues
Patrocínio: Fundação Nestlé
Brasil
Apoio do Governo de São Paulo,
através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa
de Ação Cultural ProAC 2009
Araraquara:
Sesc Araraquara Área de
Convivência
R. Castro Alves, 1315
Quitandinha
Tel: 16 3301-7500
Caçapava:
Cine Vogue
Rua Cel. José Guimarães, 160, Centro
Tel: 12 3652-9222
Capacidade: 280 pessoas
Cordeirópolis:
Teatro do Centro Cultural Ataliba
Barrocas
Páteo da Subestação, s/nº - Cordeirópolis
Tel: 19 3202-5407
Capacidade 260 pessoas
Ribeirão Preto:
Sesc Ribeirão Preto Área
de Convivência
Rua Tibiriçá, 50
Centro
Tel: 16 3977-4477
São Bernardo do Campo:
Teatro Elis Regina
Av. João Firmino, 900
Assunção
Capacidade 324 pessoas
Tel: 4351-3479
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