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A Fundação Nestlé Brasil apresenta o Projeto Viagem Musical
no interior de São Paulo

As apresentações serão nas cidades de Araraquara, Caçapava, Cordeirópolis,
Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo

Em setembro e outubro o projeto Viagem Musical, patrocinado pela Fundação Nestlé Brasil, levará apresentações musicais nas cidades de Araraquara, Caçapava, Cordeirópolis, Ribeirão Preto e São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo. Serão sete grupos musicais reconhecidos que interpretarão blues, choro, música popular brasileira e música clássica: Bruch Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues. A Direção Artística é de Miriam Mazzei. O projeto Viagem Musical tem o apoio do Governo de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa de Ação Cultural – ProAC 2009.  O objetivo principal é a formação de público com a diversidade de estilos dos grupos. A ideia de realizar o projeto pelo interior é levar à população a cultura e a arte de qualidade propiciando, principalmente ao público jovem, a possibilidade de ter contato com a linguagem musical através de profissionais gabaritados, despertando o interesse em conhecer e participar de atividades musicais e artísticas com os objetivos de incentivar o aprendizado musical, formar público com um mínimo de critério de avaliação e conhecer a música erudita e popular de qualidade, desmistificando que é uma musica elitista e de difícil entendimento. Todas as apresentações são ás 20h e gratuitas. Blog: http://projetoviagemmusical.blogspot.com/

Formação dos grupos:

Bruch Trio - Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo Jaffé (viola)

Ginga – Roberto Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva (vocal)

Irmandade do Blues - Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)

Madeira de Vento – Quinteto de clarinetistas – João Francisco Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário Marques e Otinilo Pacheco

4 a Zero - Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)

São Paulo Arte Trio - Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz (violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)

Tritono Blues – Bruno Sant’anna (vocal), André Youssef (pianista e organista) e André Carlini (gaitista)

Agenda:

Araraquara:

22 de outubro – Irmandade do Blues

Local: Sesc Araraquara – Área de Convivência

Caçapava:

02 de outubro – Ginga

09 de outubro –Madeira de Vento

16 de outubro – Bruch Trio

23 de outubro– São Paulo Arte Trio

Local: Cine Vogue

Cordeirópolis:

10 de setembro – Bruch Trio

18 de setembro – Ginga

25 de setembro – Madeira de Vento

Local: Teatro do Centro Cultural Ataliba Barrocas

Ribeirão Preto:

23 de setembro – Tritono Blues

27 de outubro – Madeira de Vento

Local: Sesc Ribeirão Preto – Área de Convivência

São Bernardo do Campo:

01 de outubro – Ginga

03 de outubro – Bruch Trio

08 de outubro – São Paulo Arte Trio

15 de outubro – 4 a Zero

Local: Teatro Elis Regina

Currículo completo dos grupos

Bruch Trio  - Aída Machado (piano), Marta Vidigal (clarinete) e Marcelo Jaffé (viola)
O Trio, onde atuam músicos de grande expressividade artística e ampla experiência camerista, inspira-se na afinidade dos três pela sonoridade introspectiva, intimista e aveludada que resulta da união dos seus instrumentos. Tem se apresentado nas mais importantes salas de concerto de São Paulo e interior do estado, recebendo da crítica especializada elogios significativos à sua performance, em especial à sensível interpretação das obras de Max Bruch, compositor homenageado pelos artistas.
Aída Machado: Diplomada em Piano pela Escola Magda Tagliaferro na classe de Helena Plaut, Bacharel em Psicologia e Mestre em Música pelo Departamento de Música da Universidade de São Paulo. Realizou cursos de Música Contemporânea, Contraponto, Harmonia e Estética com H. J. Koellreutter. Tem-se dedicado à música de câmara se apresentado em recitais com as mais variadas formações e repertório que abrange desde a música antiga até a música do século XX 
É professora na Faculdade de Música FAAM, na Faculdade de Música Santa Marcelina, Escola Superior de Música, Escola Municipal de Música e Coordenadora Pedagógica do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim.
Seu prestígio tem-lhe valido constantes convites para compor júris em concursos de piano e música de câmara e ministrar cursos em várias cidades e nos principais Festivais de música do País.
Aída Machado foi convidada pela Fundação Magda Tagliaferro, com Bolsa do Ministério da Cultura, para integrar a equipe que representou a Fundação em visita à Escola Superior de Música de Karlsruhe, Alemanha.
Marta Vidigal: Bacharel em clarinete pelo Departamento de Música da ECA USP. Bolsista da VITAE em Paris de 1989 a 1991, realizou trabalho de aperfeiçoamento em clarinete e música de câmara no Conservatoire Nacional de Region Rueil Malmaison sob orientação dos professores Henry Druart e Claire Vergnory. Ainda na França, participou das orquestras “Sinfonietta de Paris” e “Ensemble Internacional de Paris”.
Vencedora do III Concurso Nacional para solistas da Sinfônica do Espírito Santo em 1987, tendo sido aprovada no mesmo ano no Concurso para solistas do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo.
Participou de Festivais de Música como os de Campos do Jordão, Brasília, Tatuí e Bienal da USP. Como professora de clarinete e música de câmara atuou entre 1991 a 1994 no “Stage d’Orchestre Musique au Pluriel” realizado anualmente na França.
É membro da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e da Orquestra Jazz Sinfônica.
Marcelo Jaffé: Iniciou seus estudos com Alberto Jaffé, seu pai, prosseguindo-os na Universidade de Illinois, EUA.
Obteve o 1º Prêmio no Concurso Nacional de Música de Câmara da Universidade de Brasília, Jovens solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Jovens Concertistas Brasileiros, Sul América e Edward Krollik Award.
Participou de vários cursos ministrados pela Pró Arte de Teresópolis, Escola de Música de Brasília, Bienais da USP e dos Festivais de Inverno de Campos do Jordão e Tanglewood Music Center, entre outros.
Membro do Quarteto de Cordas Cidade de São Paulo, professor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo. 

Ginga – Roberto Vergal (guitarra), Douglas Griggio (teclado), Anívio Mello (contrabaixo), Daniel Assis (bateria) e Helio Silva (vocal)
O trabalho do Ginga é um ritual onde são celebradas as raízes musicais brasileiras, do maracatu à MPB, incorporando-os a outros ritmos universais como o funk e o jazz-rock em um contexto contemporânero. Quando o Ginga toca, nos transporta para um clima mágico de Brasil rural-urbano, norete-sul, contagiante, dançante e puramente instrumetnal. O primeiro CD lançado pela gravadora Just´n Music contém 9 músicas, sendo 4 de autoria de Douglas Griggio, 3 de Roberto Vergal e uma de Tom Jobim. O Ginga chegou para ocupar um lugar de destaque dentro da música instrumental brasileira.

Irmandade do Blues - Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria)
Com 17 anos de estrada a banda paulista Irmandade do Blues lança seu primeiro DVD se consolidando como uma das mais bem sucedidas e respeitadas bandas de blues do cenário nacional. O DVD que ainda conta com as participações especiais de Andreas Kisser e André Matos também saiu em versão CD.
No repertório desse trabalho estão músicas do CD “Veneno (1996) e de “Good Feelings (2007) onde a banda mistura composições próprias arranjadas dentro do estilo musical que dá nome à banda com muita personalidade e suingue, além das reconstruções de clássicos do gênero que já se tornaram marca registrada do Irmandade do Blues. 
Formada por Vasco Faé (gaita, voz e guitarra), Silvio Alemão (baixo), Edu Gomes (guitarra) e Fernando Lóia (bateria) a banda mostra que está com todo gás 12 anos após o lançamento de seu primeiro álbum além de ser a banda com a formação original mais antiga de São Paulo. Site: www.irmandadedoblues.com.br

Madeira de Vento – Quinteto de clarinetistas – João Francisco Correia, Fernando de Oliveira, Michel Moraes, Mário Marques e Otinilo Pacheco
O Madeira de Vento é um quinteto de clarinetas que faz música de câmara misturando elementos da música clássica, da Música Popular Brasileira, das rodas de choro, das bandas de coreto e principalmente preservando a alegria e o prazer de realizar boa música.
Desde 1998, quando o grupo foi formado, o quinteto vem pesquisando e divulgando música brasileira. Em 2001 o quinteto foi selecionado para representar o Estado de São Paulo no Projeto RUMOS ITAÚ CULTURAL MÚSICA. Neste projeto foram reunidos, em uma série de CDs, 78 nomes, entre grupos e artistas, com intuito de mapear produção cultural do país. As obras "IMPRESSÕES BRASILEIRAS", de Fernando de Oliveira, e "SÓ NA TRAVE", de Hudson Nogueira, estão presentes neste trabalho.
Em seu primeiro CD “Chovendo Canivetes”, que foi lançado em 2003 pelo selo “CPC-UMES”, o MADEIRA DE VENTO faz um inventário da história da clarineta no Brasil, homenageando os maiores expoentes do instrumento. Um disco que reúne obras de músicos fundamentais na história da nossa música popular, como: Luis Americano, K-ximbinho, Severino Araújo, Paulo Moura, Abel Ferreira aos quais se juntam novos e talentosos criadores: Naylor Proveta Azevedo,  Hudson Nogueira e Fernando de Oliveira, daí resultando uma verdadeira antologia da clarineta brasileira. Em 2002 o grupo desenvolveu junto à Fundação Pró-Memória de Indaiatuba um projeto de resgate, pesquisa e gravação da obra do clarinetista Nabor Pires Camargo, em comemoração ao seu centenário.  Destacamos ainda, a participação do MADEIRA DE VENTO nos CDs de “Isaías e seus chorões” pelo selo CPC-UMES e do grupo “As Choronas” pela Gravadora Paulus. Em julho de 2003 o grupo dividiu o palco com Paulo Moura, Paulo Sérgio dos Santos e com o grupo “ClarinEtc”, fazendo um tributo ao clarinetista e compositor K-ximbinho, sob direção de ZUZA HOMEM DE MELLO dentro do projeto “Ilustres Desconhecidos”, no SESC POMPÉIA. Em agosto de 2006 o grupo, a convite da International Clarinet Association, se apresentou no ClarinetFest 2006 realizado em Atlanta / EUA. Em julho de 2007 pela mesma entidade, se apresentou no ClarinetFest 2007 realizado em Vancouver/Canadá.
João Francisco Correia (Clarineta), integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Tem sido premiado em importantes concursos para instrumentistas. Dedica-se a pesquisa e divulgação de novos compositores de música brasileira.
Fernando de Oliveira (Clarineta), integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e compositor premiado em vários festivais de música no Brasil. É Supervisor Pedagógico em projeto social que forma Bandas de música nas periferias de várias cidades do estado de São Paulo.
Michel Moraes (Clarineta), integrante da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e saxofonista atuante em múltiplas formações instrumentais: Big Bands, Regional de Choro e grupos de Jazz. Professor em projeto social que visa formar músicos instrumentistas de sopro.
Mário Marques (Clarineta): primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e integrante de vários grupos camerísticos como: Regional de choro e quinteto de sopros. Premiado em vários concursos para Jovens Instrumentistas.
Otinilo Pacheco (Clarineta Baixo), primeiro “clarinetista solista” da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Sinfônica Municipal de Santo André, além de camerista atuante, tem sido convidado a dar aulas nos mais importantes Festivais de Música do Brasil. Nos últimos anos tem tocado no exterior em países como Dinamarca, Alemanha e Portugal.

4 a Zero - Daniel Muller (piano e teclado) , Lucas Casacio (bateria e percussão), Eduardo Lobo (guitarra) e Danilo Penteado (contrabaixo)
Nos seus 7 anos de existência, o 4 a Zero vem desenvolvendo, a custo de muita pesquisa e trabalho, uma linguagem peculiar dentro da Música Brasileira tendo como foco principal o Choro. Buscando se aprofundar nas sutilezas do gênero e tratando-o com uma concepção atual, o grupo cria novas possibilidades que surpreendem pela criatividade e originalidade. Após ter conquistado o segundo lugar no 7o Prêmio VISA de Música Brasileira em 2004, lançou o elogiado disco "Choro Elétrico", se apresentando por todo o Brasil pelo "Projeto Pixinguinha" e "Circuito Instrumental Universitário" (com a participação do grande bandolinista Joel Nascimento), ambos patrocinados pela Petrobrás, além de shows em importantes festivais como o Brasil Instrumental, em Tatuí e o Festival de Música de Itajaí. Em 2006, o grupo teve uma fase de imersão na música de Radamés Gnattali, apresentando um show em homenagem ao centenário do nascimento do maestro, no qual contou com a participação de Toninho Ferragutti e Rafael do Santos. Atualmente prepara o lançamento do disco "Porta Aberta", no qual presta homenagem aos compositores de choro do interior de São Paulo. O trabalho conta com a ilustre participação do saxofonista Nailor Proveta e é patrocinado pelo Governo do Estado de São Paulo (PAC) e pela Prefeitura Municipal de Campinas (FICC).

São Paulo Arte Trio - Paulo Gazzaneo (piano), Laércio Diniz (violino) e Ana Maria Chamorro ( violoncelo)
Fundado oficialmente em 25 de abril de 2006 é formado por três destacados músicos residentes em São Paulo, professores conceituados com formação acadêmica consistente e concertistas premiados nacional e internacionalmente. 
O São Paulo Arte Trio fez sua estréia oficial nas salas de concerto em evento realizado na Casa de Cultura "Maestro Demétrio Kipman" na cidade de Bragança Paulista / SP no dia 16 de setembro de 2006 dentro da série de concertos do I Festival Demétrio Kipman apresentando obras dos compositores W. A. MozartL. van BeethovenR. Gnattali e A. Piazzolla.
Laércio Diniz
foi aluno de Ludmila Vinecka em Brasília e Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois Concursos “Jovens Solistas” (Porto Alegre e Brasília) e em 1987 foi contemplado com bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Música de Aachen sob a orientação de Ingeborg Scheerer e um ano depois na Escola Superior de Música de Colônia sob a orientação de Saschko Gawriloff (spalla da Orquestra Filarmônica de Berlim), Susanne Rabenschlag (primarius do Quarteto Verdi) e música de câmara com o Quarteto Amadeus
Na Alemanha foi professor na Escola de Musica de Gumrnersbach e trabalhou com a Heidelberger Kammerorchester tendo atuado como spalla e solista e realizando concertos por mais de cinco anos por todos os países da Europa Ocidental. 
De volta ao Brasil em 1995 fundou o Quarteto de Cordas Aureus especializado no repertório brasileiro com o qual gravou dois CDs , um pelo selo Som Puro com autores variados e o outro com a obra completa para quarteto de cordas de Alberto Nepomuceno pelo selo Paulus. 
Em 1997 fundou a Orquestra de Câmara Engenho Barroco da qual é spalla e diretor artístico e com a qual lançou um CD de música barroca pelo selo Som Puro com obras de autores do período Barroco e em 2001, 2002 e 2003, três CDs integrantes do projeto “Restauração e Difusão de Partituras” patrocinado pela Petrobras interpretando obras de autores do período colonial brasileiro. 
Foi professor de violino do Festival de Inverno de Campos do Jordão de 1999, 2000, e 2003. Em 2001 junto ao Quarteto Aureus, professor do curso de inverno da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e em 2002, professor do Festival de Inverno de Londrina. Em 2007 foi o titular da cadeira de violino no Festival Música das Esferas de Bragança Paulista / SP. Desde 1998 é professor de violino da Faculdade de Artes Alcântara Machado. É também consultor musical da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, professor da Universidade Livre de Música, chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e spalla da Bachiana Chamber Orchestra, além de desenvolver uma intensa carreira como recitalista e solista. 
bAna Maria Chamorro é natural da cidade de São Paulo, estudou no Brasil com Zigmund Kubala na USP e trabalhou na Orquestra Sinfônica da USPOrquestra Sinfônica do Estado de São Paulo eOrquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
Na Alemanha prosseguiu seus estudos com Eduardo VasaloFriedmman Dahn e Joachim Griesheimer, além de cursar música de câmara com Saschko Gawriloff e Quarteto Amadeus. Durante esse período, foi professora da Escola de Música de Wiehl e integrou diversas orquestras alemãs como: Rheinisches KammerorchesterSinfonieta Köln eKlassische Philarmonie Telekomm Bonn. Foi também primeiro violoncelo da Tippet Ensemble e violoncelo solo da Heidelberger Kammerorchester, com a qual se apresentou regularmente durante cinco anos em vários países europeus como: Alemanha, Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça, e Finlândia. 
Volta ao Brasil trabalhando como spalla dos violoncelos da Orquestra Sinfônica de Santos e violoncelista do Quarteto Municipal de Santos. Participou varias vezes como violoncelista convidada da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). 
Atualmente é violoncelo solo da Orquestra de Câmara Engenho Barroco, violoncelista do Quarteto de Cordas Aureus tendo vários Cds gravados com os dois grupos, violoncelista do São Paulo Arte Trio e da Orquestra Filarmônica de São Bernardo, professora de violoncelo da Universidade Livre de Música e primeiro violoncelo da Bachiana Chamber Orchestra. Gravou para a série de CDs SOLOS da gravadora Som Puro varias peças para violoncelo e piano.
Paulo Gazzaneo vem conquistando uma sólida posição dentro do cenário musical brasileiro, tanto como intérprete ou pedagogo e, recentemente, na área da composição. 
Discípulo de Amaral Vieira pela Faculdade Santa Marcelina de São Paulo no Brasil e István Lantos na Budapesti Liszt Ferenc Zenemüvészeti Föiskola na Hungria, vem se destacando por suas apresentações e gravações, principalmente de obras brasileiras, para piano solo e música de câmara, importantes registros de seu trabalho como solista e camerista. 
Complementando seus estudos, recebeu a orientação de Osvaldo Lacerda, Almeida Prado, Sérgio Chnee (Composição, Harmonia e Contraponto) e Hans Graff naAcademia Superior de Música de Viena, além de sua participação em festivais de verão e inverno nas classes de Zoltán Kocsis (Hungria), Peter Frankl (Hungria / Inglaterra) e Bruno Leonardo Gelber (Argentina)
É convidado com frequência a ministrar aulas de piano e música de câmara bem como palestras e seminários em tradicionais festivais de inverno e verão, tanto no Brasil como em países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru). 
Como recitalista e solista já se apresentou em todos os países da América do Sul e nos principais centros musicais europeus (Áustria, Alemanha, Bélgica, Hungria, Polônia, Espanha, Grécia, Bulgária, Inglaterra, Suíça). 
Desde o seu retorno ao Brasil em 1993, assumiu como principal premissa de seu trabalho a execução e registro fonográfico de obras de compositores brasileiros, preferencialmente ainda ativos, e, desde o ano de 2000, tem se dedicado de forma mais produtiva na área da criação. 
Entre suas premiações destacam-se o Prêmio Lorenzo Fernandez 2004 outorgado pelo Femusica da cidade de Campos / RJ, e as indicações ao Prêmio Carlos Gomes 1996 (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo) e ao Grammy 2002 (melhor CD de música erudita com a estampa "Duo Quanta"). 
Como intérprete já dispõe de oito títulos em sua discografia, sete dos quais integralmente dedicados à música nacional. Como compositor já foi prestigiado pelo Harpyia Quartet (Grécia) em uma temporada de concertos pelos países da Europa Oriental e, uma gravação de suas seis miniaturas para piano solo pelo selo PMC / SP. 
Na pedagogia, desenvolveu um importante trabalho de 1998 a 2004 no cargo de coordenador do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim de São Paulo, departamento da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. 
Gazzaneo foi membro com participação ativa na American Liszt Society, Sociedade Brasileira de Musicologia e na Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.Desde 2007 é diretor executivo e pedagógico do Festival Música das Esferas - Festival Internacional de Música de Bragança Paulista.

O Tritono Blues nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos do cenário blues paulistano. Com uma formação pouco convencional: piano, voz e gaita, ao vivo, tem-se a nítida impressão de ouvir uma banda completa, pois os baixos do piano são completados com a marcação da percussão. No repertório, além dos clássicos do Blues e da Soul Music, com versões de Ray Charles, B.B. King, Muddy Waters, Otis Reding, Leadbelly, Eddie Boyd, entre outros.
Bruno Sant’anna, grande cantor de Blues, além de percussionista e gaitista. É lider da Bruno Sant'anna Blues Band e também integrante da banda de Blues-Rock Blindog. com dois CD’s lançados.
André Youssef, pianista e organista, que acompanha grandes nomes do blues nacional e internacional. Atualmente também integrante da banda de Nasi (ex-IRA!)
André Carlini, gaitista de estilo inconfundível, líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black, coordenador da pasta de harmônica do EM&T (Escola de Música e Tecnologia).
O Tritono Blues marca presença na programação da noite paulistana. Apresenta-se em casas como O’Maileys, Bourbon Street, Tom Jazz, The Black Horse, Drake’s Bar, O Garimpo, Bartholomeu Bar, entre outras.
Nos últimos anos o Trítono Blues participou de festivais importantes como o Festival Internacional Sons & Sonidos Eldorado realizado no Bourbon Street, ao lado de nomes como Yamandú Costa, Gonzalo Rubalcaba e Banda Mantiqueira; O Festival Vero Tendencies em Alphaville, ao lado de Nando Reis, Paula Lima e Toquinho; O Festival de Inverno de Aldeia da Serra, abrindo o show de Nuno Mindelis e o Festival de Inverno de Santana do Parnaíba;  O projeto “Todas as Bossas” realizado no SESC Bauru, o projeto Sonora do SESC Rio Preto e também participou de 3 apresentações em um show especialmente montado para o SESC Vila Mariana com repertório voltado para as “Blues Work Songs” ou músicas de blues que falam exclusivamente do trabalho. Empresas como Vivo, Bradesco Seguros, Revista Vero, Syngenta, Anfarmag e Agência Fuel, tiveram o show do Tritono Blues em seus eventos. Em 2008 o Tritono lançou o CD Groovin’, que está tendo uma excelente receptividade do público e imprensa especializada.

A Fundação Nestlé Brasil é responsável pelo gerenciamento do investimento social feito pela Nestlé no Brasil. A sua estratégia de apoio está focada em projetos que tenham como temáticas as questões relacionadas à Nutrição, Desenvolvimento Rural e a Água. Entre as ações desenvolvidas pela Fundação Nestlé Brasil estão os programas: “Nestlé Faz Bem Nutrir” - que leva educação alimentar para crianças e jovens, de 5 a 14 anos, de comunidades de baixa renda em todo o país -, contribuindo para combater a desnutrição e a obesidade, o “Nestlé Faz Bem Cuidar” uma iniciativa ambiental que dissemina conceitos de preservação do meio ambiente também para crianças e jovens e ainda o “Nestlé Faz Bem Saber” que investe no desenvolvimento do homem do campo.

Serviço:

Viagem Musical

Grupos: Bruch Trio, Ginga, Irmandade do Blues, Madeira de Vento, 4 a Zero, São Paulo Arte Trio e Tritono Blues

Patrocínio: Fundação Nestlé Brasil

Apoio do Governo de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, pelo Programa de Ação Cultural – ProAC 2009

Araraquara:

Sesc Araraquara – Área de Convivência
R. Castro Alves, 1315
Quitandinha
Tel: 16 3301-7500

Caçapava:

Cine Vogue
Rua Cel. José Guimarães, 160, Centro
Tel: 12 3652-9222
Capacidade: 280 pessoas

Cordeirópolis:

Teatro do Centro Cultural Ataliba Barrocas
Páteo da Subestação, s/nº - Cordeirópolis
Tel: 19 3202-5407
Capacidade – 260 pessoas

Ribeirão Preto:

Sesc Ribeirão Preto – Área de Convivência
Rua Tibiriçá, 50
Centro
Tel: 16 3977-4477

São Bernardo do Campo:

Teatro Elis Regina
Av. João Firmino, 900
Assunção
Capacidade 324 pessoas
Tel: 4351-3479

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